quinta-feira, 12 de março de 2015

Poema produzido em sala


Como Sempre


Nunca o mesmo por que

Pois um raio nunca atinge um mesmo lugar

Na imensidão das nuvens me perco

Tentando achar o por que desse vendaval de sentimentos

A chuva vem, assim como as lágrimas de um fim triste

E tudo se perde como sempre

E, numa sombra vejo tudo que se foi

Como as ondas de um mar

Que nunca são as mesmas

Continuo procurando o por que

Mas cada hora um razão diferente

Então o raio atinge outro lugar

E o céu chora novamente

Por que a história, mais uma vez não teve um final feliz



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